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Publicado em 13/11/2013

Grupo de trabalho elaborará o Centro Integral de Saúde de Travestis e Mulheres e Homens Transexuais

Portaria que cria o GT foi publicada ontem (11), no Diário Oficial, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Foi publicada ontem (11), no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, a Portaria nº 447, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que cria o grupo de trabalho para elaboração e criação do Centro Integral de Saúde de Travestis e Mulheres e Homens Transexuais. Essa é a primeira vez que uma universidade sediará um GT desse tipo e criará um Centro de Saúde destinado à população TT.

A ideia de criação desse Centro partiu de uma audiência pública realizada em agosto do corrente ano, onde participaram representantes de movimentos sociais, travestis, mulheres e homens transexuais, especialistas da área de saúde, membros do Conselho dos Direitos da População LGBT do Estado do Rio de Janeiro (CELGBT), o Programa Estadual Rio Sem Homofobia, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e o reitor da UERJ, Ricardo Vieiralves. Na ocasião, foi discutida a dificuldade enfrentada por travestis e transexuais para ter acesso aos serviços públicos de saúde e ao processo transexualizador, realizado pelo Hospital Universitário Pedro Hernesto (HUPE).

“O Centro Integral de Saúde de Travestis e Mulheres e Homens Transexuais é fruto de um esforço coletivo da UERJ, da SEASDH, do CELGBT, das travestis e das mulheres e homens transexuais que lutam todos os dias por respeito e cidadania. Essa é uma iniciativa que visa resolver as dificuldades diárias enfrentadas por essa população no acesso ao processo transexualizador. A UERJ está de parabéns por reconhecer essa demanda, apresentada pelo Rio Sem Homofobia e pelo CELGBT”, destacou o coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia e superintendente da SEASDH, Cláudio Nascimento.

Fazem parte do grupo de trabalho travestis, mulheres e homens transexuais, usuárias e usuários dos serviços do HUPE, ativistas, membros do CELGBT, representantes do Rio Sem Homofobia, especialistas e pesquisadores da área de saúde para a população TT, médicos do HUPE, além do reitor e do vice-reitor da UERJ. Para Júlio Moreira, presidente do Conselho dos Direitos da População LGBT do Estado do Rio de Janeiro, será necessária, a partir da criação do grupo, uma soma de esforços para que o Centro saia do papel: “agora trabalharemos para que esse Centro de Saúde seja criado o mais rápido possível”.

Informações para imprensa

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