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Publicado em 23/01/2013

Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT recebe o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira

Na primeira reunião do ano, conselheiros destacaram conquistas e falaram dos desafios para 2013


O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, participou, nesta terça-feira, 22 de janeiro, do 5º Reunião Ordinária do Conselho dos Direitos da População LGBT. Durante o encontro foram discutidas as diretrizes para o programa Rio Sem Homofobia em 2013.

O principal assunto da pauta foi expansão de quatro para quatorze o número de Centros de Referência da Cidadania LGBT no estado, que irão compor a rede estadual de proteção básica de atenção à vítimas de violência e promoção de direitos.

“Estamos em um momento de discutir o que precisamos fazer para consolidar as políticas implementadas e para que isso possa ultrapassar a gestão do governador Sérgio Cabral. Nós temos que trabalhar com os pés no chão para a manutenção das políticas atuais, ver o que vamos executar este ano, programando bem as nossas ações e buscando reforços orçamentários para, a partir daí, conseguirmos avançar. Nós vamos levar as demandas da sociedade civil para o governador para que ele possa nos autorizar a fazer a expansão dos Centros de Referência da Cidadania LGBT, e permitir estruturar as ações de visibilidade. Nós temos condições de estar avançando em uma pauta positiva e propositiva. Eu vim para a secretaria para realizar e eu empurro as coisas para se realizarem. O Estado do Rio de Janeiro é vanguarda, é ele que pauta o resto do país, e nós vamos continuar nessa dianteira junto com os movimentos sociais e deixar um legado para que a intolerância não seja a nossa pauta, e sim o amor, a paz, a convivência”, afirmou o secretário Zaqueu.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, da SEASDH, Cláudio Nascimento, destacou a presença de Zaqueu Teixeira na reunião: “é marcante que, um mês após tomar posse, o secretário Zaqueu venha a uma sessão do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT do Rio de Janeiro. Assim que assumiu a gestão, ele me chamou para uma reunião, a fim de conhecer a Superintendência de Direitos, Individuais, Coletivos e Difusos e o Programa Rio Sem Homofobia e traçar as metas para 2013”. Cláudio, que é vice-presidente do CELGBT, também falou da importância da manutenção e ampliação do Programa Estadual Rio Sem Homofobia: “precisamos dobrar o nosso orçamento para dar continuidade às nossas políticas públicas e ampliar os novos serviços, com a inauguração, por exemplo, dos novos Centros de Referência da Cidadania LGBT. É necessário que nos reunamos com o Governador para garantir que essas políticas públicas sejam mantidas e ampliadas. Devemos nos programar para tornar o Rio Sem Homofobia em uma lei estadual”.

O presidente do Conselho, Júlio Moreira, representante do Grupo Arco-Íris, falou da necessidade de tornar lei o Programa Estadual Rio Sem Homofobia: “o Rio Sem Homofobia é um exemplo em todo o Brasil de política pública voltada para a população LGBT. Devemos garantir sua continuidade, tornando-o uma política de estado. Com um orçamento próprio, poderemos manter e ampliar toda essa estrutura”.

 

Informações para imprensa

Márcia Vilella | Felipe Martins

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